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	<title>Comentários sobre: A Única Oração Que Eu Conheço (Ditadura Nunca Mais!)</title>
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		<title>Por: Carla di Carli Magnani</title>
		<link>http://www.favascontadas.com.br/a-unica-oracao-que-eu-conheco-ditadura-nunca-mais#comment-867</link>
		<dc:creator>Carla di Carli Magnani</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 13:41:08 +0000</pubDate>
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		<description>O MARGINAL CORRUPTO (14/10/02) 
 
De: fabriciosn 

Nota: 

  Opinião recomendada
 

 
Prós: SERRA É SAFADO E LADRÃO

Contras: SERRA NÃO TEM VALORES MORAIS



DE COMO SERRA ERA POBRE E FICOU RICO 

Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, paulista-gaúcho, neto do lendário Flores da Cunha, foi diretor da UNE em 63, quando José Serra era presidente (e Marcelo Cerqueira vice). Conhece-o de antigas cavalariças. 

Advogado em 64, procurador em 70, Bierrenbach elegeu-se vereador de São Paulo em 76, pelo MDB. E em 82 deputado federal do PMDB, de nosso grupo &quot;Só Diretas&quot;, na Câmara. E foi o relator, em 85, da Comissão Mista do Congresso que aprovou a convocação da Constituinte, proposta por Sarney. 

No ano seguinte, Bierrenbach era candidato à reeleição, sempre no PMDB. Mas, na Secretaria do Planejamento do governo Franco Montoro, em São Paulo, estava o espaçoso e insaciável José Serra, na verdade primeiro-ministro do governo estadual, dono de Montoro, que chamava de &quot;gagá&quot;. 

DENÚNCIA DO DHBB 

E Serra, nadando em poder e verbas, saiu aliciando, atropelando e comprando os colégios eleitorais dos outros candidatos do PMDB, inclusive de Bierrenbach, seu companheiro na União Nacional dos Estudantes, cuja reeleição impediu com dinheiro público, como impediu a do saudoso Freitas Nobre, ex-líder do PMDB na Câmara, e a eleição de outros. 

Segundo o isento DHBB, &quot;Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro&quot;, da Fundação Getulio Vargas-CPDOC, &quot;durante a campanha de 86, Serra foi acusado por companheiros do próprio partido de usar a máquina administrativa paulista e recursos do tesouro estadual para conquistar o apoio de prefeitos à sua candidatura, em detrimento dos correligionários&quot; (pág. 5.358). 

Serra acabou sendo o quarto deputado paulista mais votado, com 160 mil votos. Hoje, Bierrenbach é ministro do STM (Superior Tribunal Militar). 

ESCONDEU AS CONTAS 

Bierrenbach, na campanha e depois da eleição, reagiu e denunciou: 
&quot;Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento e saiu rico&quot; (&quot;Folha&quot;). 

Serra o processou. Quando Bierrenbach pediu, no processo, que fosse quebrado o sigilo bancário e fiscal de Serra, para provar o galopante e inexplicável enriquecimento dele, Serra impetrou e conseguiu um mandado de segurança que impediu a revelação de suas contas. O processo foi engavetado. 

Bierrenbach queria que Serra explicasse seu mistério. Menino pobre, filho de feirante, no golpe de 64, com 22 anos, foi para a Bolívia, depois Chile e Estados Unidos, sempre com bolsas de estudo, e estudou até voltar em 79 para ensinar na Universidade de Campinas, com modesto salário de professor. 

Da universidade, saiu para o governo Montoro, elegeu-se deputado em 86 e 90, em 94 senador, foi ministro do Planejamento de Fernando Henrique e em 99 da Saúde, sempre em atividades públicas e ganhando salários públicos. 

Dona Anadyr, a bela musa tucana, tão solícita em perseguir a oposição, bem que poderia pôr sua corregedoria para investigar pela primeira vez alguém do governo e Serra explicar sua faustosa casa nos Jardins paulistas e outros bens, &quot;adquiridos&quot; como os minguados salários públicos nacionais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O MARGINAL CORRUPTO (14/10/02) </p>
<p>De: fabriciosn </p>
<p>Nota: </p>
<p>  Opinião recomendada</p>
<p>Prós: SERRA É SAFADO E LADRÃO</p>
<p>Contras: SERRA NÃO TEM VALORES MORAIS</p>
<p>DE COMO SERRA ERA POBRE E FICOU RICO </p>
<p>Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, paulista-gaúcho, neto do lendário Flores da Cunha, foi diretor da UNE em 63, quando José Serra era presidente (e Marcelo Cerqueira vice). Conhece-o de antigas cavalariças. </p>
<p>Advogado em 64, procurador em 70, Bierrenbach elegeu-se vereador de São Paulo em 76, pelo MDB. E em 82 deputado federal do PMDB, de nosso grupo &#8220;Só Diretas&#8221;, na Câmara. E foi o relator, em 85, da Comissão Mista do Congresso que aprovou a convocação da Constituinte, proposta por Sarney. </p>
<p>No ano seguinte, Bierrenbach era candidato à reeleição, sempre no PMDB. Mas, na Secretaria do Planejamento do governo Franco Montoro, em São Paulo, estava o espaçoso e insaciável José Serra, na verdade primeiro-ministro do governo estadual, dono de Montoro, que chamava de &#8220;gagá&#8221;. </p>
<p>DENÚNCIA DO DHBB </p>
<p>E Serra, nadando em poder e verbas, saiu aliciando, atropelando e comprando os colégios eleitorais dos outros candidatos do PMDB, inclusive de Bierrenbach, seu companheiro na União Nacional dos Estudantes, cuja reeleição impediu com dinheiro público, como impediu a do saudoso Freitas Nobre, ex-líder do PMDB na Câmara, e a eleição de outros. </p>
<p>Segundo o isento DHBB, &#8220;Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro&#8221;, da Fundação Getulio Vargas-CPDOC, &#8220;durante a campanha de 86, Serra foi acusado por companheiros do próprio partido de usar a máquina administrativa paulista e recursos do tesouro estadual para conquistar o apoio de prefeitos à sua candidatura, em detrimento dos correligionários&#8221; (pág. 5.358). </p>
<p>Serra acabou sendo o quarto deputado paulista mais votado, com 160 mil votos. Hoje, Bierrenbach é ministro do STM (Superior Tribunal Militar). </p>
<p>ESCONDEU AS CONTAS </p>
<p>Bierrenbach, na campanha e depois da eleição, reagiu e denunciou:<br />
&#8220;Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento e saiu rico&#8221; (&#8220;Folha&#8221;). </p>
<p>Serra o processou. Quando Bierrenbach pediu, no processo, que fosse quebrado o sigilo bancário e fiscal de Serra, para provar o galopante e inexplicável enriquecimento dele, Serra impetrou e conseguiu um mandado de segurança que impediu a revelação de suas contas. O processo foi engavetado. </p>
<p>Bierrenbach queria que Serra explicasse seu mistério. Menino pobre, filho de feirante, no golpe de 64, com 22 anos, foi para a Bolívia, depois Chile e Estados Unidos, sempre com bolsas de estudo, e estudou até voltar em 79 para ensinar na Universidade de Campinas, com modesto salário de professor. </p>
<p>Da universidade, saiu para o governo Montoro, elegeu-se deputado em 86 e 90, em 94 senador, foi ministro do Planejamento de Fernando Henrique e em 99 da Saúde, sempre em atividades públicas e ganhando salários públicos. </p>
<p>Dona Anadyr, a bela musa tucana, tão solícita em perseguir a oposição, bem que poderia pôr sua corregedoria para investigar pela primeira vez alguém do governo e Serra explicar sua faustosa casa nos Jardins paulistas e outros bens, &#8220;adquiridos&#8221; como os minguados salários públicos nacionais.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Vendramini \neto</title>
		<link>http://www.favascontadas.com.br/a-unica-oracao-que-eu-conheco-ditadura-nunca-mais#comment-866</link>
		<dc:creator>Antonio Vendramini \neto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 20:58:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.favascontadas.com.br/?p=9381#comment-866</guid>
		<description>Caro Silas.
Li atentamente o seu relato sobre as agrurias que passou e fiquei estupefato. Sou dessa época, e a  visão que se tinha, era que o sistema funcionava como uma coisa de fachada para a maioria das pessoas, ignorando o que se passava nos porões do DOPS. Tenho um amigo escritor, que passou pela mesma situação, cujo nome é Mário Lúcio França Silveira, que até exilado foi. A ele dediquei um poema que está aqui no favas nominado de: A Insensta Mordaça (abaho), que consta na lista de textos, que postei, se tiver oportunidade leia e lembrará  de fatos acontecidos com ele que remetem a  sua pessoa.
Reverencio a sua coragem no enfrentamento daquela situação, lutando por um ideal melhor para o nosso País.
 Um Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Silas.<br />
Li atentamente o seu relato sobre as agrurias que passou e fiquei estupefato. Sou dessa época, e a  visão que se tinha, era que o sistema funcionava como uma coisa de fachada para a maioria das pessoas, ignorando o que se passava nos porões do DOPS. Tenho um amigo escritor, que passou pela mesma situação, cujo nome é Mário Lúcio França Silveira, que até exilado foi. A ele dediquei um poema que está aqui no favas nominado de: A Insensta Mordaça (abaho), que consta na lista de textos, que postei, se tiver oportunidade leia e lembrará  de fatos acontecidos com ele que remetem a  sua pessoa.<br />
Reverencio a sua coragem no enfrentamento daquela situação, lutando por um ideal melhor para o nosso País.<br />
 Um Abraço.</p>
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