O grilo Teodoro Pontinhas – conto infantil
O grilo Teodoro Pontinhas
O tio João Teodoro tinha um belo grilo cantante, ele gostava de seu terno preto com a sua gravata as riscas, dava o ar de doutor e gente muito importante. Gostava de fumar cachimbo e beber até fartar, claro que era o grilo muito estimado na família, todos gostavam de visitá-lo e estar do seu lado.
O grilo chamava-se Teodoro Pontinhas, era muito fanfarrão e muito vaidoso, sempre gostava de zoar com os seus irmãos e aprontar com eles. Sua gaiola era de ouro ou quase,...
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Do Violão ao Seu Coração
BYG
Eu fiz esta canção
Pra dedilhar no violão
E atingir seu coração
Levando a melodia do amor
Estigando um sobressalto em furor
Desabrochando em seu suor
A invão de um grande prazer
Desejo que só pode ser
Versos falados em prosa
Invadindo o mais nobre poder
Que afronta ao anoitecer
Os atos mais puros e fortes
Que se entranham entre os dois seres
Da entrega entre sentir
Que exprime o sonho profundo
Espalhando...
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VIOLÃO de CARNE
BYG
E o céu ficou rubro
manchado pelo meu sangue
permanecendo mudo
vislumbro o amor
na dúvida que você teima
em manter viva
como se não houvesse valor
no ouro que eu tiro do suor
p’ra você
Santos guerreiros petrificados de cólera
dissolvidos sob a chuva do sexo
viram sal, ora, até o sagrado
desmorona quando gafanhotos
despem disfarce de colibri
no jardim em que o amor
fecunda rosas nas ancas...
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POEMA DA MORTE
Estou morrendo por dentro
Como um melão japonês.
Meus olhos estão secos,
Minha alma agoniza,
Pesa-me existir.
A solidão se instalou no meu peito
Como um viajante cansado,
E até o meu violão
Me nega seus acordes mais bonitos.
Não quero mais penso nos mortos
E na calma de suas tumbas.
Toda saudade do mundo
Não lhes perturba o sono.
Estou morrendo por dentro
No inverso do meu eu,
Ouvindo os badalos de um sino de cinzas
E beijando um corpo frio de mulher.
Vagalumes embriagados constroem...
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